
Será hipocrisia, desejo, crime… o que interessa?! É algo nosso…
Pensas não, mas o corpo acena que sim.
O perfume desperta-lhe um instinto quase primitivo de explorar, de descobrir, de possuir!
Olhos nos olhos, pele com pele, as “ânsias” aumentam. O suor escorrega pelas costas curvadas pela culpa… enquanto soltam um gemido agridoce. Provam-se, saboreiam-se, mas a sociedade modela-lhes os sentimentos.
As mãos interligam-se, os pensamentos fundem-se num longo ritual de sensualidade e tentação. Quem resiste, quem será o primeiro a ceder, quem vai dizer que sim…? Desinibição pujante, sorriso catita, propagação de pecado…
Fuga da realidade, ilusão difusa, sonho delirante… será que querem acordar? O povo é sábio, não há mal que sempre dure e bem que nunca acabe.
Estranha atracção, diferente forma de estar, divergente da sociedade que lhes modela os sentimentos... fecham os olhos a respiração acalma de todo aquele frenesim… talvez… talvez noutra vida fosse possível…
Pensas não, mas o corpo acena que sim.
O perfume desperta-lhe um instinto quase primitivo de explorar, de descobrir, de possuir!
Olhos nos olhos, pele com pele, as “ânsias” aumentam. O suor escorrega pelas costas curvadas pela culpa… enquanto soltam um gemido agridoce. Provam-se, saboreiam-se, mas a sociedade modela-lhes os sentimentos.
As mãos interligam-se, os pensamentos fundem-se num longo ritual de sensualidade e tentação. Quem resiste, quem será o primeiro a ceder, quem vai dizer que sim…? Desinibição pujante, sorriso catita, propagação de pecado…
Fuga da realidade, ilusão difusa, sonho delirante… será que querem acordar? O povo é sábio, não há mal que sempre dure e bem que nunca acabe.
Estranha atracção, diferente forma de estar, divergente da sociedade que lhes modela os sentimentos... fecham os olhos a respiração acalma de todo aquele frenesim… talvez… talvez noutra vida fosse possível…





